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Famílias... O principal instrumento de socialização e ressocialização

A família constitui-se como principal instituição de socialização, organização e suporte para os indivíduos.

A experiência revela que um reduzido índice de vista familiar gera ansiedade, frustração e a perda, principalmente dos vínculos afetivos com suas famílias.

Não bastasse a pena que cumprem por seus crimes, elas ainda são condenadas ao abandono. Nos dias de visitas, há presos que vestem suas melhores roupas, mesmo sabendo que ninguém aparecerá para vê-los.

A prisão funciona como (reprodutora da miséria, visto que, ao longo do período de encarceramento, inflige perdas em diferentes dimensões da vida social, a começar pelo trabalho e pela moradia.

Essa perda material tende, na maioria das vezes, a atingir a família e, em muitos casos, a estremecer relações familiares e afetivas.

Nesse sentido, pode-se afirmar que a prisão empobrece ou agrava a pobreza preexistente.

São muitos os entraves para a visita familiar, seja em virtude das dificuldades financeiras das famílias para se locomoverem até a unidade prisional, dificuldade que colaboram para o afastamento da família, fazendo com que não compareçam as visitações.

Isto causa nos internos uma angustia, ocasionando assim, baixa auto-estima, ansiedade e expectativas negativas. Há um elevado índice de internos que possuem suas famílias em situação de vulnerabilidade social.

Além, da questão sócio-econômica que atingem essas famílias, elas são punidas juntamente com os presos, punição da distância em relação ao local de suas moradias, a revista de forma invasiva e humilhante, pois são revistados inclusive nas partes íntimas, além de tudo o que as famílias levam para o preso é revirado.

Com a localização correta do presídio aonde se encontra recluso seu ante querido o familiar poderá melhor se informar antes mesmo de iniciar uma viagem para o local alem de que com o advento da internet poderá se corresponder eletronicamente com a diretoria do estabelecimento penal e obter melhores informações sobre o recluso, mantendo assim o vinculo familiar tão importante na ressocialização.

Um pouco sobre a população carcerária brasileira

Traçar o perfil da população carcerária faz-se necessário, uma vez ser notório que a violência e a criminalidade estão cada vez mais associados a questões sociais.

Existem diversas vertentes que estudam e justificam a existência da criminalidade, Falar em segurança pública costuma ser garantia de reeleição.

Dessa forma, ocorre atualmente uma supervalorização de todo mecanismo de segurança, focando não a causa da violência, mas, sobretudo, o que se deve fazer com seus efeitos. Programas de aconselhamento são criados e parcerias estabelecidas, como, por exemplo, o policiamento comunitário. Como em um mercado, podemos escolher, conforme pudermos pagar, o tipo e nível de segurança a ter acesso.

O discurso do Estado é paternalista: a grande preocupação é proteger o cidadão do "bem", é legitimar o discurso desses que tem o direito de nada fazerem e de serem protegidos. Delega-se então ao Estado, como ao pai, o papel de protetor e guardião.

Mas proteger-nos do quê? Do nosso semelhante. O termo "semelhante" nos incomoda, pois implica colocarmo-nos no lugar de alguém que não possui uma representação na sociedade. Parece ser mais fácil ignorar sua existência, demarcar seu lugar de pouca valia, construindo mais presídios, ou o que está ao nosso alcance, como subir o vidro do carro. Afinal de contas, quem são essas pessoas que despertam o nosso medo? As penitenciárias nunca tiveram tantos encarcerados, e os dados divulgados dão conta de que este numero continua a subir de forma astronômica O acesso à informação nunca foi tão amplo, porém, podemos refletir que os encarcerados têm sido condenados também pela mídia elitista e preconceituosa, que nos leva a questionar se muitas das pretensões de cidadania e de consumo obtidas pela prática do ilícito não se dariam pela necessidade de os infratores se reconhecerem noutras "personagens", veiculadas nas mesmas mídias, pelo desejo de se fazerem, de certa forma, semelhantes a elas. É uma hipótese, da qual essa alta criminalidade é um registro, ou, quem sabe, a maneira encontrada pelos sujeitos de se fazerem notar.

Seria um grito de socorro, a necessidade de um encontro com a lei. Nesse contexto, o sujeito atua o tempo todo.

O apelo à lei é escancarado.

A grande parte da população carcerária mantém-se esquecida pelos governantes, que continuam tratando dos efeitos da criminalidade e desconsideram, dessa forma, suas origens. Cemitérios de mortos vivos são o que significam os centros carcerários, locais onde pessoas não diferentes de nós ocupam certo lugar demarcado pela sociedade. Nesse local, além de perdas físicas e emocionais, sujeitos à mercê da vontade e da perversão de outros, nem sempre qualificados para as funções, têm imputada sobre si mesmos ainda a difícil missão de se recuperarem.

Elo Social Carceraria CNPJ - 08.449.157/0001- 00 8º REG. Civil 11282 - Email: faleconosco@socialcarceria.org.br Tel:(11)3991-3803

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